quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Majestade Oculta


Pálida rosa do campo, desperte!
Sinta o orvalho que do céu cintila,
Porque empalideces quando a tarde chega?
Serão saudades dos vales, das serras, dos mares?
Acaso sonhas quando o sol se inclina?

Se apluma, ó flor do grandioso rio.
Não te esconda atrás deste salgueiro triste,
Vens, pois comigo verás que o deserto oculto encanta!
No vibrar da harpa é que o anjo canta!

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